A diversidade de tecnologias ao alcance dos usuários tem aumentado substancialmente
as preocupações dos responsáveis pela segurança da
informação nas corporações. No entanto, a sétima
edição do estudo anual Global Information Security, conduzido pela
Pricewaterhouse Coopers em parceria com as revistas CIO e CSO, aponta que a crise
financeira internacional representou o item mais importante para as estratégias
das organizações.
O levantamento, realizado com 7,3 mil executivos responsáveis pelas
áreas de TI e negócios – dos quais 692 atuantes no Brasil
– constatou que, no País, a maior parte dos profissionais (44%)
aponta que a recessão na economia representou o fator que teve maior
peso na decisão dos investimentos realizados em segurança da informação
neste ano. Em segundo lugar, com 39% das respostas, aparece a questão
da continuidade dos negócios e disaster recovery (recuperação
de desastres).
Quanto às expectativas para o próximo ano, 27% dos profissionais
brasileiros ouvidos pelo estudo esperam que o orçamento destinado à
segurança da informação permaneça igual ao de 2009.
A mesma porcentagem (27%) projeta que o valor deve ter um aumento de até
10% em relação ao e último ano e outros 28% dos consultados
se mostraram mais otimistas. Entre esses últimos, 16% preveem um incremento
de até 30% no budget e 12% projetam que os números tendem a exceder
os 30%.