Uma vulnerabilidade nos computadores do departamento governamental norte-americano responsável pela investigação da morte do ídolo pop Michael Jackson , em Los Angeles, nos Estados Unidos, permitiu o acesso ilegal a documentos sigilosos sobre o caso por pelo menos seis funcionários.
Segundo o jornal Los Angeles Times, os relatórios sobre a investigação foram abertos mais de 300 vezes em duas semanas, mesmo sendo bloqueados. Algumas vezes, os funcionários imprimiram a certidão de óbito do astro a partir do Sistema de Registro Eletrônico de Mortes (EDRS na singla em inglês).
A falha no sistema não foi identificada. O acesso ilegal foi descoberto quando oficiais começaram a rastrear uma denúncia, que depois se mostrou falsa, dando conta de que um empregado de uma agência funerária havia criado uma certidão de óbito falsa de Jackson no EDRS.
Os relatórios da investigação eram bloqueados e somente poderiam ser acessados a funcionários com cargos de capitão ou mais altos. Nenhum processo será aberto para investigar a invasão porque nenhuma lei estadual foi quebrada, disseram os oficiais ao jornal, mas apenas regras internas foram descumpridas. |